Pra começar bem a semana, uma casa linda, projetada por Márcio Kogan. Ela foi batizada de Casa Cobogó porque esse elemento foi amplamente utilizado nas fachadas, permitindo a ventilação natural e formando lindos jogos de luz e sombra com a iluminação natural que incide sobre ele.
A arquitetura da casa é bem moderna, com linhas retas nas fachadas e espaços amplos e bem integrados com o exterior – característica típica dos projetos de Kogan. Além do cobogó, que ajuda nessa interação, foram usadas grandes esquadrias deslizantes de vidro e painéis sanfonados de treliça de madeira.
A piscina foi inspirada nos jardins japoneses e tem formato de lago. Outro ponto marcante da área externa é a jabuticabeira e ocupa um lugar de destaque, proporcionando uma bela paisagem.
O cobogó utilizado é assinado pelo escultor austríaco Erwin Hauer, autor de diversos modelos já patenteados. O efeito é belíssimo, né?
As esquadrias são enormes panos de vidro que deslizam permitindo abertura total da sala para o jardim. Repare que po piso da sala e da varanda é em ladrilho hidráulico.
Além do bonito efeito na fachada, eles bloqueiam a visão do ambiente interno, mas deixam passar ventilação e luz natural. Esse é um recurso inspirado no muxarabi da arquitetura árabe, e amplamente incorporado à arquitetura brasileira.
Detalhe dos painéis, que por serem sanfonados, permitem abertura total. Todo o piso do andar superior é de tábua corrida de madeira com veios bem marcados, muito lindo!
——> Veja também: Painéis vazados e Cobogó.



































