Os quadros são elementos ideais para dar um toque final ou mais vida na decoração de um ambiente. Mas como arrumá-los? Preparamos algumas dicas para auxiliar na hora de escolher e colocar o quadro certo para cada lugar.
– Dispostos em ambientes variados, a proporção ideal deve relacionar o tamanho do quadro com as dimensões do espaço. Além disso, compõem a parede em conjunto ou unicamente, dependendo do seu tamanho ou forma. As molduras devem ser escolhidas com atenção para não comprometer a linguagem da obra, podendo ser coloridas, simples ou rebuscadas.
– A regra básica ao pendurar os quadros é deixá-los mais ou menos na altura do olhar, ou seja, levando-se em conta a altura média dos observadores de 1,70 m de altura, o centro do quadro deve ficar a mais ou menos 1,60 m do chão. Mas alguns elementos nos ambientes podem variar essa altura.
Sozinhos
– Se o quadro vai ficar em cima de um sofá, ele deve ficar entre 30 e 40cm acima da altura do encosto do sofá.
– Se o quadro for para cima de uma cama, caso a cama não tenha cabeceira, o quadro deve estar a no mínimo 60 cm do colchão, e caso tenha, a 20 cm da mesma.
– No caso de um ambiente que tenha um elemento marcante, como por exemplo uma mesa de jantar, o quadro deve ser centralizado pelo elemento e não pela parede.
Projeto Debora Aguiar
Projeto Francisco Cálio
Projeto Myrna Porcaro
Em dupla
– Quadros dípticos ou com a mesma linguagem e formato funcionam bem para preencher a decoração. Nesse caso deve ser respeitado um eixo central e uma distância entre os dois proporcional ao tamanho da parede.
Projeto Gisele Busmeyer
Em conjunto
– Planejar a uma composição de quadros é muito importante, antes de sair pendurando de qualquer jeito. O ideal é colocar primeiro todos quadros no chão e testar as possibilidades. Deve-se buscar o equilíbrio entre as cores e tamanhos de cada elemento.
Projeto Toninho Noronha
Prateleiras
– Um outro artifício são as prateleiras, onde os quadros podem ficar apenas apoiados. Isto dá um toque moderno à decoração, dando liberdade para mudar e compor rapidamente um novo visual ao espaço. O mesmo pode ser feito com quadros grandes, só que ao invés das prateleiras, apoiados no chão.
Projeto Bárbara Dundes
Projeto Gustavo Prado e Ana Luisa Cairo
Pé-direito alto
– Por mais alto que seja o pé-direito, os quadros devem começar a ser colocados a partir de uma peça existente. Eles podem ocupar a parede inteira ou podem ficar só na parte de cima ou de baixo. A relação não muda porque ela começa de baixo e não de cima. O quadro não precisa ter uma distância certa do forro e do teto.
Fernanda Marques
Colaboração: Fabianna Cavalcanti




Piso em madeira ebanizada. Projeto Roberto Migotto, foto do site do arquiteto.
A madeira ebanizada é um ótimo material para ser usada em painéis de home theater, pois como é escura e sem brilho quase não reflete o que está na sala e nem desvia a atenção na hora de assistir tv. Projeto Roberto Migotto, foto do site do arquiteto.
Painel em madeira ebanizada. Projeto Roberto Migotto, foto do site do arquiteto.
Quarto de adolescente com projeto em linhas retas e acabamento em branco e madeira preta ebanizada. Revista Dcasa nº18, projeto Consuelo Jorge.
Essa moderna sala de jantar tem mesa com base ebanizada e tampo de 1,40 m de diâmetro de pau-ferro e cadeiras Louis Ghost. Essa é uma das fotos que mais dá para ver o efeito dos veios que ficam aparentes, marcados. Projeto de Ricardo Caminada, site casa.com.br.
Já nesse home theater, o painel da tv está em madeira ripada e a madeira ebanizada está na mesa atrás do sofá que para garantir praticidade, um vidro preto foi colocado por cima. Revista Dcasa nº22, projeto Gláucia Britto.
Estante em losangos da Dominox cabe em qualquer canto por ser um modelo fininho. Projeto de Andrea Buratto, foto site casa.com.br.



Como eu amei esse quarto! Piso em maderia de demolição com réguas bem largas e irregulares, bancada em concreto aparente substituindo o criado-mudo e a cabeceira da cama, um monte de enfeites muito bem selecionados e harmonizados (quero esse abajur branco do Karin Rashid agora!)… mas linda mesmo é a cor dessa parede: Juneberry (SW 6573) da Sherwin Williams. Esse rosa escuro meio roxo foi o grande diferencial! Projeto do designer Francisco Cálio que foi capa da Casa Cláudia Fev.2010.
Bancadas em Silestone rosa Magenta Energy e Silestone vinho Koan.
Não existe nada que complemente melhor a decoração de um ambiente do que um belo arranjo de flores! Fotos da Casa Vogue.







