Você sabia que quase todos os arquitetos formados no Brasil também são urbanistas? Inclusive eu e Mari… Na UnB, o currículo obrigatório inclui várias matérias de urbanismo, e oferece outras opcionais pra quem já quiser direcionar o curso para essa profissão. O urbanista projeta em grande escala e tem o grande desafio de proporcionar aos cidadãos o que todos eles querem: QUALIDADE DE VIDA!
Se existe uma combinação infalível para a decoração, pode-se dizer que o combo branco+madeira clara é uma delas. Não tem erro! Fica sempre bonito, em todos os tipos de ambientes e nas mais diversas composições – vejam nas fotos abaixo:
Piso em madeira clara e móveis brancos. Apartamento lindo, já mostramos ele inteiro aqui no blog. Projeto Débora Aguiar.
Sala de estar com piso em madeira clara e o resto todo branco. Projeto Ivan Wodzinsky.
Sala de jantar com piso em madeira clara e móveis brancos. Projeto Adriane Conti para a Casa Cor Goiânia 2011.
Cozinha toda branca com piso em madeira. Essa cozinha deve ser pouco usada, pois é super pequena e mesmo assim tem prateleiras sem portas e até quadros na parede! (referans)
Banheiro todo branco com uma parede revestida em madeira clara. (freshome)
Quarto clarinho com painel em madeira clara atrás da cama. Projeto Karina Leme para o Campinas Decor 2010.
Sala de estar e tv integradas, com tudo branco e painel em madeira clara. Linda! Projeto Débora Aguiar.
Escritório com base clara – piso, parede e móveis em branco ou bege – e alguns detalhes em madeira clara. É uma perspectiva eletrônica, não me lembro de onde.
Sala com piso e parede em madeira clara e móveis brancos. (schoener-wohnen)
Sala de tv com piso e parede em madeira + móveis brancos. Olhando bem, esse tom de madeira tá quase médio! #golpedeblogueira(casa e jardim)
Nesta cozinha, o piso e os armários superiores são em madeira clara. (P&M Studios)
Escritório de casa com piso e dundo da estante em madeira. Gostei também da mesa toda de vidro. Projeto Luciana Tomas, via revista Casa Mix.
Casa clara com escada em madeira. (sarah klassen)
Ambiente amplo e moderno com escada e piso em madeira. Atenção para a parede linda com esse desenho curvo em relevo – que eu não sei o que é! (archiphile)
Para facilitar a sua escolha: cores menos amareladas são mais atuais. Como estamos falando de madeira clara, imagine a cor do pau-marfim, pronto, cores próximas a ele dão a sensação de decoração mais antiga. Não estou dizendo que é feio ou está errado, mas se for para escolher HOJE um tom de madeira, fuja deste!
Madeira tem um certo “modismo”, por mais que você queira fazer uma casa atemporal, existe sempre o tom da moda – já teve a fase do pau-marfim (anos 90) e da imbuia (mais recente),… Não estou criticando ou destruindo o que foi feito antes, mas com taaaaantos tons de madeira disponíveis no mercado, saber o que está em alta vai sempre bem para quem está construindo ou reformando, não é?!
*Como sugestão de cor de madeira clara, gosto do Carvalho e do laminado Fresno Claro (Masisa). Vocês tem alguma outra preferência?
Depois posso fazer um post sobre madeiras médias (freijó e amêndola) e outro sobre madeiras escuras (ipê).
Hoje, exatamente uma década após os ataques de 11 de setembro em NY, foi inaugurado um memorial em lembrança às 3 mil vítimas do atentado. O National September 11 Memorial and Museum, ou Memorial Plaza, é um projeto dos arquitetos norte-americanos Michael Arad e Peter Walker e ocupa uma área de 65 mil m² na região de Lower Manhattan, onde ficava o WTC.
O conjunto do memorial é composto por uma praça arborizada, duas imponentes fontes que ficam no local exato onde ficavam as Torres Gêmeas, um museu e o edifício One World Trade Center – projeto do escritório Skidmore, Owings & Merrill.
A fonte colocada no ponto onde se erguia uma das torres tem 50 m de largura e cascatas de 9 m de altura, que desaguam em um espelho d’água com um orifício central. Ao cair por esse orifício a água é levada para um reservatório com filtros e bombeada de volta para a cascata. Um sistema de aquecimento impede o congelamento da água no inverno.
No parapeito de bronze em torno da fonte estão registrados os nomes das 2.983 vítimas dos ataques. A queda dágua constante simboliza as vidas perdidas em 11/09 e a ausência permantente de cada uma delas.
O parapeito de bronze tem sistema de aquecimento e resfriamento para que se mantenha agradável ao tato, independentemente do clima. A disposição dos nomes das vítimas obedece um rigoroso esquema que agrupa pessoas que trabalhavam juntas nos escritórios das torres destruídas, por exemplo. Há também um sistema de iluminação especial em cada nome.
A praça tem sistema de coleta e reaproveitamento de água da chuva; em torno das árvores, placas de aço impedem que a terra seja pisoteada e compactada. Na praça com mais de 400 carvalhos brancos, o visitante tem a oportunidade de ver a Survival Tree, ou seja, árvore sobrevivente que resistiu à destruição das torres gêmeas.
O Museum Pavilion, projeto do escritório norueguês Snohetta (escolhido por concurso), tem características que lembram as torres gêmeas do WTC. Em seu interior ficam dois tridentes metálicos que compunham a fachada da antiga Torre Norte e foram resgatados dos escombros dos prédios. O edifício só estará concluído em setembro de 2012.
Vista aérea de como será o conjunto completo do Memorial e da região de LowerManhattan, quando todas as obras de reconstrução da área estiverem concluídas, em 2015. As obras seguem ininterruptas, dos seis arranha-céus envolta do memorial, só um já está pronto, além de uma nova estação de transportes projetada pelo arquiteto Santiago Calatrava.
Dizem que essa reconstrução deve confirmar a ascensão definitiva do sul de Manhattan, com a chegada de grandes bancos e importantes empresas se instalando por lá, como o editorial Conde Nast , da revista Vogue.
*Obs: As imagens acima são todas perspectivas eletrônicas feitas para explicar o projeto, que peguei no site Uol. Como hoje de manhã foi a inauguração do memorial, já achei (no Uol, Globo e Terra) algumas fotos tiradas de lá, “de verdade! “, e mostram como está ficando o Memorial.
A praça com as árvores ainda pequenas. Li que elas ficaram 5 meses em estufas e que agora devem se desenvolver rapidamente.
Aqui dá pra ver melhor a proporção das pessoas em relação ao tamanho da fonte. Gigante, né?!
Detalhe do parapeito de cobre com os nomes gravados.
Olha como ficam os nomes a noite, iluminados no parapeito! Achei bem bonito!
Quando fomos pra NY, há 4 meses, passamos no Marco Zero e só tinha um canteiro de obras, nem deu pra ver nada! 🙁 Da próxima vez quero ir conferir essa praça de pertinho! E vocês, gostaram do projeto?